quinta-feira, 30 de junho de 2011

Brinco Prata gota Rubi bruto





Brinco Prata gota Rubi Bruto


Histórias, crenças e lendas sobre o RUBI


Na Índia o rubi é chamado ratnaraj, que significa “senhor das pedras preciosas”. 


A Índia foi o país de origem clássica do Rubi e há milhares de anos o conhecimento sobre a lapidação e seus mitos era passado de uma geração para outra, em sigilo de família, e a adoração por essa pedra chegou ao mundo através das obras da literatura indiana.


Hoje temos jazidas importantes de Rubi no Sri Lanka, Índia, Birmânia, Camboja, Quênia, Tanzânia e México, encontrando-se as mais importantes ao norte da Birmânia, perto de Mogok, onde encontram-se frequentemente rubis “sangue de pombo”, considerados como os mais valiosos.
Pedras grandes, por outro lado, são muito raras.
Os rubis são encontrados junto de berilos, crisoberilos, granadas, pedras-da-lua, safiras, espinélios, topázios, turmalinas e zircões.
O Rubi acha-se entre as gemas mais caras do mundo.
Os Rubis grandes são mais raros que diamantes de tamanho similar.
O maior Rubi digno de ser lapidado pesou 400 ct; foi encontrado na Birmânia e foi dividido em três partes.
Pedras famosas, de beleza excepcional, são:
O Rubi Edward (167 ct), no British Museum of Natural History-Londres.
O Rubi Estrala de Reeves (138,7 ct), no Smithsonian Institution-Whashington.
O Rubi Long Star (100 ct) no American Museum of Natural History-Nova York.
O Rubi da Paz (43 ct), assim chamado porque foi encontrado em 1919, isto é, logo após o término da Primeira Guerra Mundial.
Numerosos Rubis são peças que dão esplendor e glamour as jóias de diversas dinastias.
Descobriu-se que algumas gemas que haviam sido consideradas como rubis, era espinélios, como o Black Prince`s Ruby da coroa inglesa, ou o Timur Ruby num colar das jóias da coroa inglesa. Os espinélios em forma de gota da coroa de Wittelsbach de 1830 eram considerados rubis.
Atualmente, a maioria dos rubis já é lapidada nos próprios países produtores. Como se procura manter um peso o mais elevado possível, as proporções não são sempre satisfatórias, e muitas pedras têm de ser relapidadas. Os de qualidade transparente se lapidam em talhe esmeralda ou em brilhante, os menos transparentes em cabochão.

O Rubi é considerado como uma das doze pedras preciosas que foram criados quando Deus foi criar a humanidade.

Crenças e Mitos:

Acredita-se que o Rubi traz saúde, riqueza e sucesso ao seu portador.

Na Índia sempre que um Rubi for encontrado, há uma regra pra receber a pedra, essa regra passa de geração a geração em segredo de família.

Rubis na Índia foram classificadas como de classe alta, classe média e classe baixa como por sua infalibilidade e perfeição.

Rubis, que fossem considerados inferiores em qualidade seria mantido longe dos mais finos, pois, acreditavam que eles iriam contaminar os rubis mais finos.

Os Hindus valorizavam os Rubis por este possuir a cor da flor de Lótus.

Durante a Idade Média surgiu a crença de que os Rubis possuíam um fogo interno que não podia ser escondido ou apagado.

Acreditavam que se fossem envolvidos em um pano esse, eventualmente se queimaria, ou que se a pedra fosse colocada na água, o líquido esquentaria até ferver.

Acreditava-se que o Rubi era a mais valiosa das doze pedras criadas por Deus e que Ele ordenou que este fosse colocado no pescoço de Abraão.

A Bíblia diz que "a sabedoria é mais valiosa que o preço dos rubis".

O Rubi estava associado ao calor e à paixão e eram considerados valiosos por manterem a saúde do corpo e da alma.

Era também utilizado para evitar perdas de sangue e doenças do sangue.

Os rubis sempre foram considerados as mais sagradas de todas as pedras preciosas.

Durante muitos milênios, as pedras preciosas da antigüidade têm sido usadas como amuletos.

Tais amuletos eram reverenciados, usados, preservados, protegidos e passavam de pais para filhos, durante incontáveis gerações.

Os antigos birmaneses acreditavam que o Rubi tinha o poder de tornar seus guerreiros invulneráveis durante as batalhas. Para isso era necessário que a pedra ficasse em contato com a carne, portanto eles o inseriam sob a pele. Um dos primeiros exemplos de piercing conhecidos

Os hindus também como os birmaneses por vezes incrustavam rubis na pele pois acreditavam que isto os iria proteger contra as feridas provocadas por setas.

Ainda hoje se acredita que o rubi favorece a circulação sanguínea e o coração.

Também se crê que no amor faz com que este sentimento se torne sublime e grandioso, alcançando todo o universo.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Rubi




RUBI


Na Índia o rubi é chamado ratnaraj, que significa “senhor das pedras preciosas”. 

A Índia foi o país de origem clássica do Rubi e há milhares de anos o conhecimento sobre a lapidação e seus mitos era passado de uma geração para outra, em sigilo de família, e a adoração por essa pedra chegou ao mundo através das obras da literatura indiana. 
Hoje temos jazidas importantes de Rubi  no Sri Lanka, Índia, Birmânia, Camboja, Quênia, Tanzânia e México, encontrando-se as mais importantes ao norte da Birmânia, perto de Mogok, onde encontram-se frequentemente rubis “sangue de pombo”, considerados como os mais valiosos. 
Pedras grandes, por outro lado, são muito raras. 
Os rubis são encontrados junto de berilos, crisoberilos, granadas, pedras-da-lua, safiras, espinélios, topázios, turmalinas e zircões.
O Rubi acha-se entre as gemas mais caras do mundo. 
Os Rubis grandes são mais raros que diamantes de tamanho similar. 
O maior Rubi digno de ser lapidado pesou 400 ct; foi encontrado na Birmânia e foi dividido em três partes. 
Pedras famosas, de beleza excepcional, são: 
O Rubi Edward (167 ct), no British Museum of Natural History-Londres. 
O Rubi Estrala de Reeves (138,7 ct), no Smithsonian Institution-Whashington.
O Rubi Long Star (100 ct) no American Museum of Natural History-Nova York. 
O Rubi da Paz (43 ct), assim chamado porque foi encontrado em 1919, isto é, logo após o término da Primeira Guerra Mundial. 
Numerosos Rubis são peças que dão esplendor e glamour as jóias de diversas dinastias. 
Descobriu-se que algumas gemas que haviam sido consideradas como rubis, era espinélios, como o Black Prince`s Ruby da coroa inglesa, ou o Timur Ruby num colar das jóias da coroa inglesa. Os espinélios em forma de gota da coroa de Wittelsbach de 1830 eram considerados rubis.
Atualmente, a maioria dos rubis já é lapidada nos próprios países produtores. Como se procura manter um peso o mais elevado possível, as proporções não são sempre satisfatórias, e muitas pedras têm de ser relapidadas. Os de qualidade transparente se lapidam em talhe esmeralda ou em brilhante, os menos transparentes em cabochão.

O Rubi é considerado como uma das doze pedras preciosas que foram criados quando Deus foi criar a humanidade.

Crenças e Mitos:

Acredita-se que o Rubi  traz saúde, riqueza e sucesso ao seu portador. 

Na Índia  sempre que um Rubi for encontrado, há uma regra pra receber a pedra,  essa regra passa de geração a geração em segredo de família.

Rubis na Índia foram classificadas como de classe alta, classe média e classe baixa como por sua infalibilidade e perfeição. 

Rubis, que fossem considerados  inferiores em qualidade seria mantido longe dos mais finos, pois, acreditavam que eles iriam contaminar os rubis mais finos.

Os Hindus valorizavam os Rubis por este possuir a cor da flor de Lótus. 

Durante a Idade Média surgiu a crença de que os Rubis possuíam um fogo interno que não podia ser escondido ou apagado. 

Acreditavam que se fossem envolvidos em um pano esse, eventualmente se queimaria, ou  que se a pedra fosse colocada na água, o líquido esquentaria até ferver.

Acreditava-se que o Rubi era a mais valiosa das doze pedras criadas por Deus e que Ele ordenou que este fosse colocado no pescoço de Abraão. 

A Bíblia diz que "a sabedoria é mais valiosa que o preço dos rubis".

O Rubi estava associado ao calor e à paixão e eram considerados valiosos por manterem a saúde do corpo e da alma. 

Era também utilizado para evitar perdas de sangue e doenças do sangue. 

Os rubis sempre foram considerados as mais sagradas de todas as pedras preciosas. 

Durante muitos milênios, as pedras preciosas da antigüidade têm sido usadas como amuletos. 

Tais amuletos eram reverenciados, usados, preservados, protegidos e passavam de pais para filhos, durante incontáveis gerações.

Os antigos birmaneses acreditavam que o Rubi tinha o poder de tornar seus guerreiros invulneráveis durante as batalhas. Para isso era necessário que a pedra ficasse em contato com a carne, portanto eles o inseriam sob a pele. Um dos primeiros exemplos de piercing conhecidos

Os hindus também como os birmaneses  por vezes incrustavam rubis na pele pois acreditavam que isto os iria proteger contra as feridas provocadas por setas.
Ainda hoje se acredita que o rubi favorece a circulação sanguínea e o coração. 

Também se crê que no amor faz com que este sentimento se torne sublime e grandioso, alcançando todo o universo. 

LENDA:

De acordo com a lenda hindu, o rubi vermelho surgiu a partir de um diamante quando uma rainha foi assassinada e o seu sangue cobriu o diamante e todas as pedras iguais a esta. 






Anéis Rubi bruto e Quartzo-Fumê



Anéis prata Rubi Bruto  e Quartzo-Fumê

terça-feira, 28 de junho de 2011

Lápis-Lazúli




CRENÇAS E MITOS:

O nome lápis-lazúli é de origem árabe.
Do latim, a palavra significa "pedra azul". 

O Lápis-Lazúli é um poderoso amplificador de pensamentos.
Essa pedra harmoniza os níveis físico, emocional, mental e espiritual.



Esta rocha começou a ser utilizada como gema desde o período de 7000 a.C. na Índia.
Devido à sua cor era uma rocha muito apreciada pelos egípcios. 


Para eles o lápis-lazúli simbolizava a água como elemento primordial da criação e era colocado juntamente com as múmias para substituir o coração e fazer a regeneração no outro mundo.
É preciso lembrar que os egípcios davam grande valor à vida no Além e acreditavam que precisariam do seu corpo para viverem neste mundo, razão pela qual os corpos eram mumificados e sepultados com todo o tipo de artefatos que pudessem vir a ser necessários na sua vida depois da morte.
Para além disso era considerado um poderoso amuleto e o seu pó utilizado como cosmético pelas mulheres como sombra para os olhos.
O lápis-lazúli era consagrado à deusa Ísis e os sacerdotes acreditavam que através de um processo de meditação com esta rocha era possível entrar em contato com os deuses. O lápis-lazúli não era considerado importante apenas no Egito, também na China era considerado como uma das Sete Coisas Preciosas. Na Suméria é possível encontrar importantes vestígios da utilização desta rocha onde foram encontradas mais de 6000 estatuetas de vários animais.
Mais tarde os romanos acreditavam que o lápis-lazúli era um afrodisíaco, ao passo que na Idade Média era utilizado por se acreditar nas suas qualidades curativas em relação a doenças de pele.
Durante muito tempo este azul era admirado e utilizado pelos artistas.
O pó triturado desta rocha era utilizado como pigmento e era conhecido não só pela sua beleza como pelo seu preço extremamente elevado.
Este silicato além de ser muito apreciado pelos egípcios, também foi,  largamente aproveitado pelos babilônicos, hindus e budistas.

FONTE:

"Bíblia dos Cristais" Judy Hall

Anel Elita prata Lápis-Lazúli



Anel prata Lápis-Lazúli "Elita"




O nome lápis-lazúli é de origem árabe.
Do latim, a palavra significa "pedra azul".

O Lápis-Lazúli é um poderoso amplificador de pensamentos.
Essa pedra harmoniza os níveis físico, emocional, mental e espiritual.



CRENÇAS E MITOS:

Esta rocha começou a ser utilizada como gema desde o período de 7000 a.C. na Índia.

Devido à sua cor era uma rocha muito apreciada pelos egípcios.


Para eles o lápis-lazúli simbolizava a água como elemento primordial da criação e era colocado juntamente com as múmias para substituir o coração e fazer a regeneração no outro mundo.
É preciso lembrar que os egípcios davam grande valor à vida no Além e acreditavam que precisariam do seu corpo para viverem neste mundo, razão pela qual os corpos eram mumificados e sepultados com todo o tipo de artefatos que pudessem vir a ser necessários na sua vida depois da morte.
Para além disso era considerado um poderoso amuleto e o seu pó utilizado como cosmético pelas mulheres como sombra para os olhos.
O lápis-lazúli era consagrado à deusa Ísis e os sacerdotes acreditavam que através de um processo de meditação com esta rocha era possível entrar em contato com os deuses. O lápis-lazúli não era considerado importante apenas no Egito, também na China era considerado como uma das Sete Coisas Preciosas. Na Suméria é possível encontrar importantes vestígios da utilização desta rocha onde foram encontradas mais de 6000 estatuetas de vários animais.
Mais tarde os romanos acreditavam que o lápis-lazúli era um afrodisíaco, ao passo que na Idade Média era utilizado por se acreditar nas suas qualidades curativas em relação a doenças de pele.
Durante muito tempo este azul era admirado e utilizado pelos artistas.
O pó triturado desta rocha era utilizado como pigmento e era conhecido não só pela sua beleza como pelo seu preço extremamente elevado.
Este silicato além de ser muito apreciado pelos egípcios, também foi, largamente aproveitado pelos babilônicos, hindus e budistas.


FONTE:

"Bíblia dos Cristais" Judy Hall

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Anel Lápis-Lazúli "Suely"





Anel  prata com Lápis-lazúli  "Suely"


O nome lápis-lazúli é de origem árabe.

Do latim, a palavra significa "pedra azul". 

O Lápis-Lazúli é um poderoso amplificador de pensamentos.

Essa pedra harmoniza os níveis físico, emocional, mental e espiritual.



CRENÇAS E MITOS:

Esta rocha começou a ser utilizada como gema desde o período de 7000 a.C. na Índia.

Devido à sua cor era uma rocha muito apreciada pelos egípcios. 


Para eles o lápis-lazúli simbolizava a água como elemento primordial da criação e era colocado juntamente com as múmias para substituir o coração e fazer a regeneração no outro mundo.

É preciso lembrar que os egípcios davam grande valor à vida no Além e acreditavam que precisariam do seu corpo para viverem neste mundo, razão pela qual os corpos eram mumificados e sepultados com todo o tipo de artefatos que pudessem vir a ser necessários na sua vida depois da morte.

Para além disso era considerado um poderoso amuleto e o seu pó utilizado como cosmético pelas mulheres como sombra para os olhos.

O lápis-lazúli era consagrado à deusa Ísis e os sacerdotes acreditavam que através de um processo de meditação com esta rocha era possível entrar em contato com os deuses. O lápis-lazúli não era considerado importante apenas no Egito, também na China era considerado como uma das Sete Coisas Preciosas. Na Suméria é possível encontrar importantes vestígios da utilização desta rocha onde foram encontradas mais de 6000 estatuetas de vários animais.

Mais tarde os romanos acreditavam que o lápis-lazúli era um afrodisíaco, ao passo que na Idade Média era utilizado por se acreditar nas suas qualidades curativas em relação a doenças de pele.

Durante muito tempo este azul era admirado e utilizado pelos artistas.

O pó triturado desta rocha era utilizado como pigmento e era conhecido não só pela sua beleza como pelo seu preço extremamente elevado.

Este silicato além de ser muito apreciado pelos egípcios, também foi,  largamente aproveitado pelos babilônicos, hindus e budistas.

FONTE:

"Bíblia dos Cristais" Judy Hall

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Pingente Pão de Açúcar

A Prata:
 
Metal branco e luminoso, a prata simboliza a pureza: para os sumérios na Antigüidade e até a alquimia do final da Idade Média, estava associada à Lua e, desse modo, também ao princípio feminino (em oposição ao ouro solar e masculino). Para a mitologia egípcia, os ossos dos deuses eram feitos de prata, e sua carne de ouro. Na simbologia cristã, a prata obtida pela purificação representa a purificação da alma. Nos salmos, a palavra de Deus é comparada à prata. Também Maria, por ser virgem pura, é relacionada à prata.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Brinco Carolina Prata e Sodalita



Esse brinco recebeu o nome de Carolina por causa do comentário da neta de uma cliente. 


Ela olhou, segurou e disse: "Vovó, que brinco lindo!"


Sodalita


CRENÇAS E MITOS:

A Sodalita recebeu esse nome na Grécia antiga, em virtude de seu alto conteúdo de sal, os nomes de Soda (sal) e Litio (pedra), ou seja, Pedra do Sal ou Sodalita. Os gregos honravam essa pedra como pedra de proteção e curadora, e acreditavam que a mesma conferia ao seu portador a estimulação da inclinação artística. Pintores, escultores e cantores traziam consigo.
A Sodalita ajuda a melhorar o equilíbrio emocional e traz as pessoas sensíveis mais autoconfiança, decisão e coragem.
Na meditação, ela recebe do terceiro olho uma influência profunda sobre a circulação espiritual e nos abre os olhos para coisas que são essenciais para a nossa vida.
A Sodalita alia a lógica à intuição e ativa a percepção espiritual, trazendo informações da mente superior para o nível físico. A Sodalita nos estimula a buscar a verdade e a manter o nosso idealismo, fazendo o possível para sermos fiéis à nossa própria verdade e a defender as nossas crenças.
FONTE:"A BÍBLIA DOS CRISTAIS" Judy Hall
"PREVENÇÕES E CURA COM PEDRAS" Karl Stark e Werner Meier

Anel prata Quartzo-Fumê Oval garra lateral


 Quartzo-Fumê


Anel prata e Quartzo-Fumê redondo lapidação facetada



CRENÇAS E MITOS:


Limpeza da aura. 

Inspiração para uma nova vida. 

Talismã de boa sorte. 

Aceitação dos desafios. 

Concentração. 

Auto-confiança.

Os antigos gregos acreditavam que os Quartzos- Fumê fossem cristais dos montes já amadurecidos. 


Os romanos usavam  como pedra de luto que, apesar das dores, proporcionava novo ânimo e uma nova vontade de viver. 


Os povos árabes honravam o Quartzo-Fumê como pedra da fidelidade e da amizade, que mudava de coloração diante de ameaças de infortúnio.

O Quartzo-Fumê é uma das pedras mais eficientes para aterrar e ancorar as energias. 

Essa pedra protetora tem uma forte ligação com a Terra.

Aterrando a energia espiritual e neutralizando vibrações negativas suavemente, esse cristal bloqueia o estresse geopático, absorve a neblina eletromagnética e facilita a eliminação e a desentoxicação em todos os níveis. 

O Quartzo-Fumê nos ensina a deixar para trás qualquer coisa que não nos sirva mais.

O Quartzo-Fumê promove o pensamento positivo e pragmático.

Fonte:

"PREVENÇÃO E CURAS COM PEDRAS"
Karl Stark 
Werner Meier

"A BÍBLIA SOS CRISTAIS"
Judy Hall

Anel Quartzo- Fumê- 'Olho'




Anel prata Quartzo-Fumê 'Olho'



Quartzo-Fumê



CRENÇAS E MITOS:


Limpeza da aura. 

Inspiração para uma nova vida. 

Talismã de boa sorte. 

Aceitação dos desafios. 

Concentração. 

Auto-confiança.

Os antigos gregos acreditavam que os Quartzos- Fumê fossem cristais dos montes já amadurecidos. 


Os romanos usavam  como pedra de luto que, apesar das dores, proporcionava novo ânimo e uma nova vontade de viver. 


Os povos árabes honravam o Quartzo-Fumê como pedra da fidelidade e da amizade, que mudava de coloração diante de ameaças de infortúnio.

O Quartzo-Fumê é uma das pedras mais eficientes para aterrar e ancorar as energias. 

Essa pedra protetora tem uma forte ligação com a Terra.

Aterrando a energia espiritual e neutralizando vibrações negativas suavemente, esse cristal bloqueia o estresse geopático, absorve a neblina eletromagnética e facilita a eliminação e a desentoxicação em todos os níveis. 

O Quartzo-Fumê nos ensina a deixar para trás qualquer coisa que não nos sirva mais.

O Quartzo-Fumê promove o pensamento positivo e pragmático.

Fonte:

"PREVENÇÃO E CURAS COM PEDRAS"
Karl Stark 
Werner Meier

"A BÍBLIA SOS CRISTAIS"
Judy Hall

Miles Davis "Summertime" (1958)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Anel Prata Quartzo-Fumê redondo lapidação facetada.



 Quartzo-Fumê


Anel prata e Quartzo-Fumê redondo lapidação facetada



CRENÇAS E MITOS:


Limpeza da aura. 

Inspiração para uma nova vida. 

Talismã de boa sorte. 

Aceitação dos desafios. 

Concentração. 

Auto-confiança.

Os antigos gregos acreditavam que os Quartzos- Fumê fossem cristais dos montes já amadurecidos. 


Os romanos usavam  como pedra de luto que, apesar das dores, proporcionava novo ânimo e uma nova vontade de viver. 


Os povos árabes honravam o Quartzo-Fumê como pedra da fidelidade e da amizade, que mudava de coloração diante de ameaças de infortúnio.

O Quartzo-Fumê é uma das pedras mais eficientes para aterrar e ancorar as energias. 

Essa pedra protetora tem uma forte ligação com a Terra.

Aterrando a energia espiritual e neutralizando vibrações negativas suavemente, esse cristal bloqueia o estresse geopático, absorve a neblina eletromagnética e facilita a eliminação e a desentoxicação em todos os níveis. 

O Quartzo-Fumê nos ensina a deixar para trás qualquer coisa que não nos sirva mais.

O Quartzo-Fumê promove o pensamento positivo e pragmático.

Fonte:

"PREVENÇÃO E CURAS COM PEDRAS"
Karl Stark 
Werner Meier

"A BÍBLIA SOS CRISTAIS"
Judy Hall

domingo, 19 de junho de 2011

Anel Prata Quartzo-Fumê oval lapidação facetada.



 Quartzo-Fumê


Anel prata e Quartzo-Fumê oval lapidação facetada



CRENÇAS E MITOS:


Limpeza da aura. 

Inspiração para uma nova vida. 

Talismã de boa sorte. 

Aceitação dos desafios. 

Concentração. 

Auto-confiança.

Os antigos gregos acreditavam que os Quartzos- Fumê fossem cristais dos montes já amadurecidos. 


Os romanos usavam  como pedra de luto que, apesar das dores, proporcionava novo ânimo e uma nova vontade de viver. 


Os povos árabes honravam o Quartzo-Fumê como pedra da fidelidade e da amizade, que mudava de coloração diante de ameaças de infortúnio.

O Quartzo-Fumê é uma das pedras mais eficientes para aterrar e ancorar as energias. 

Essa pedra protetora tem uma forte ligação com a Terra.

Aterrando a energia espiritual e neutralizando vibrações negativas suavemente, esse cristal bloqueia o estresse geopático, absorve a neblina eletromagnética e facilita a eliminação e a desentoxicação em todos os níveis. 

O Quartzo-Fumê nos ensina a deixar para trás qualquer coisa que não nos sirva mais.

O Quartzo-Fumê promove o pensamento positivo e pragmático.

Fonte:

"PREVENÇÃO E CURAS COM PEDRAS"
Karl Stark 
Werner Meier

"A BÍBLIA SOS CRISTAIS"
Judy Hall